Letras, amor e sonhos...

É. Tenho ciúmes mesmo, ora. "


— Eu mesmo.

 #T  #darling  #i love you 
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eu queeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeero :3

(via auntiewitch)


 #life  #beauty  #animal  #i love animals 
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(Fonte: traceloops, via braz-cubas)


 #T 
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CORTAR O TEMPO

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente…

Para você, desejo o sonho realizado,
O amor esperado, a esperança renovada.
Para você, desejo todas as cores desta vida,
Todas as alegrias que puder sorrir,
Todas as músicas que puder emocionar.

Para você neste novo ano,
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.

Gostaria de lhe desejar tantas coisas…
Mas nada seria suficiente…
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes…
E que eles possam te mover a cada minuto,
No rumo da sua FELICIDADE!

"


— Carlos Drummond de Andrade

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Eu amo o som da gargalhada dela, é como se colocasse o volume do mundo no zero e meus ouvidos apreciassem uma sinfonia de Beethoven. "


Thiara Macedo (sdpm)

(via vemkjubss)



 #T  #darling  #i love u  #ilu  #im yours 
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2013 inventou de levar nosso garoto :'(

(Fonte: ofsurvivors, via coryandlea-ifyousayso)


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Há um mundo enorme lá fora.

(Fonte: itslatingirl, via wavering-thoughts)


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(Fonte: lo-ud, via sex-bi)


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Depois de séculos um instagram. Pois bem, gostaria de começar apresentando a vocês o Zé Chico. Digam oi pra ele. Oi, Zé Chico!


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O que você faz nesta vida ecoa na eternidade. "


— O Gladiador 

 #me  #life  #T 
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NA MINHA ÉPOCA… por: Adriano Docconi.

- Pai, mãe, essa daqui é a Maria, minha namorada.

Os pais engoliram em seco, deram um sorriso forçado e cumprimentaram a garota. Quando ela foi embora, eles foram até o quarto do filho.

- Meu filho, que menina é essa que você tá namorando? – perguntou o pai.

- Ué, eu falei dela… colega minha de classe, pai.

- Mas a cor de pele dela, meu filho… – tentou a mãe.

- Pô, mãe, que é isso?!? Que preconceito é esse…

- Meu filho não é preconceito, é só preocupação. – argumentou o pai.

- Que é que tem a cor da pele dela? Eu gosto!

- Mas, Luquinha, meu filho. A pele dela é verde! – disse a mãe, apontando o óbvio.

- Eu acho lindo! Tá todo mundo usando, agora. Eu até tava pensando em mudar a minha pra azul…

- Não vai mudar porra nenhuma! – estourou o pai.

- Calma Cristiano, olha a sua pressão… – apaziguou a mãe.

- Esse menino tá me tirando do sério, Flávia! – disse o pai.

- Eu não tô fazendo nada! Vocês é que são velhos! Não entendem nada do que tá na moda.

- Então moda agora é mudar a cor de pele? É ficar parecendo o E.T.?

- Quem é Étê?

- Filho, seu pai tá nervoso, não piora a situação…

- Esse menino tá é muito mimado! Imagina se meu pai ia aceitar esse monte de escarnificação, ele nem aceitou minhas tatuagens e piercings. E agora vem com essa ideia de mudar a cor da pele. – terminou o pai, saindo do quarto e indo para a sala.

A mãe foi atrás.

- Cristiano, a gente tem que tentar entender. Os tempos mudaram…

- Agora eu entendo o meu pai.

- A gente tem que ver o lado bom. Ela é uma menina educada e tá deixando o Lucas feliz. – a mãe tentou conciliar.

- É, ela é educada mesmo. E pelo menos é ela, né? Vai ver esse menino conserta e pára de ficar pulando de homem pra mulher!

- Cristiano, olha a pressão…

"


Estava eu, aqui, lendo um conto para passar o tempo, quando me deparei com este e percebi que valia a pena fazer um comentário sobre ele, pois o conto de Docconi me cativou, como sei que cativará quem parar para ler. Se você percebeu, o autor, em um simples e curto diálogo entre pais e filho, expôs as diferenças entre os membros de uma sociedade e todos os preconceitos advindos delas.

Quem nunca passou por uma situação como esta de apresentar um namorado/namorada para os pais e vê-los decepcionar-se com a sua escolha? Uma situação comum. Tão comum, que retrata a natural  - e comum - hipocrisia humana: os pais esperam a garota ir embora para conversar com o filho sobre ela, eles não tiveram, nem nunca teriam, a coragem de olhá-la nos olhos e dizer o que acharam dela. Bom, logo depois, ao iniciar o diálogo entre os pais e Lucas, Docconi traz a parte mais interessante do conto, a essência da estória: as razões pelas quais os pais não estão contentes com a garota que seu filho, Lucas, escolheu para namorar. Aqui, ele passa a tratar dos preconceitos.
Tudo bem, a menina da história é verde, o que mostra um pouco a necessidade dos jovens de serem diferentes, mas este não é o ponto, o ponto aqui é o preconceito racial. Se sofre preconceito por ser negro, por ser albino, por ter olhos puxados, por ter cabelos “escorridos” ou cacheados. Os preconceitos contra raças estão em todos os lugares, não há uma raça que escape, sempre haverá alguém disposto a tirar sarro de você por sua cor de pele ou seus traços, na escola, no trabalho, na rua, na vida.
Em seguida, no texto, vemos o pai assustar-se ao ver que seu filho está pensando em “seguir a onda” de “mudar de cor”. Claro que esta ideia não é realista, voltamos ao ponto da necessidade de diferenciar-se dos jovens, sua maneira destemida de encarar a vida e querer provar de tudo, ser tudo e viver tudo que têm para viver, mas aqui também vemos um preconceito, desta vez por parte do jovem que acabara de reclamar sobre o preconceito de seus pais contra a cor da garota: ele chama os pais de velhos. Este é o preconceito causado pela evolução, pelas novidades, pelas inovações tecnológicas. As pessoas mais velhas sofrem este tipo de preconceito todos os dias por não adaptarem-se a um novo pensamento, a um novo meio de comunicação e às tecnologias, etc., é esse tipo de preconceito - além do preconceito, no caso das tecnologias, contra os que são pobres e não têm acesso a elas -, que leva a exclusão social e faz muitas pessoas até mesmo optarem por abster-se da socialização, pois passam a temer o ato de expressar-se por medo de ouvir “vocês não são capazes de entender ou adequar-se a esta nova realidade”.
Depois, vemos a realidade da vida humano ao longo das épocas: quando o pai cita o E.T. e o filho nem sabe do que se trata e quando o mesmo fala que seu pai não aceitara seus piercings e tatuagens no passado e que não irá aceitar uma mudança de cor do filho. O que vemos aqui é que há grandes diferenças entre distintas gerações e que elas não podem adequar-se perfeitamente ao conviverem num mesmo tempo. O que posso tirar de lição daqui é que, para que haja paz, é necessário que tanto os mais velhos, como os mais novos, busquem conviver bem com essas diferenças entre as gerações, pois tudo que hoje é novidade e inadmissível será coisa antiga no futuro, assim como o que hoje é antigo e deslocado, foi um estouro em um passado não tão distante.
Finalmente, temos o último preconceito citado no texto que creio ser o mais latente atualmente: o preconceito contra a sexualidade, e mais do que isso, o preconceito contra o direito de liberdade do ser humano de ser quem quiser e estar com quem quiser. Quando o pai diz “vai ver esse menino conserta e para de ficar pulando de homem para mulher”, ele expressa claramente este preconceito, falando como se houvesse algo errado ali ou como se não fosse um direito do menino pular como bem quiser e descobrir-se da sua maneira.
O texto é finalizado com a fala da mãe: “Cristiano, olha a pressão…” que interpretei de duas formas: a óbvia, que o pai é hipertenso, pois é o que a mulher dá a entender anteriormente; e logo a ideia não tão óbvia de “não pressione”, mostrando que nem pressão, nem preconceito fazem sentido: o melhor é aprender a conviver com as diferenças e até alegrar-se com elas, afinal, que graça teria viver se nada mudasse e todos fossem iguais? Seria um tédio. Viva a diferença!

Natália Carvalho.



 #me  #life 
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Você é tudo em que eu penso.

(via the-personal-quotes)


 #T  #darling  #i love you  #im yours 
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